Sexta-feira, 28 de Novembro de 2008

Hino do Benfica (versão renovada)

Sou do Benfica

Isso me envaidece (menos depois do jogo contra o Olympiakos)

Tenho a genica

Que a qualquer engrandece (genica essa que faltou aos jogadores contra o Olympiakos)

Sou de um clube lutador 

Que na luta com fervor

Nunca encontrou rival

Neste nosso Portugal (mas na Grécia têm o Olympiakos)

Ser Benfiquista

é ter na alma 

a chama imensa (e um melão enorme depois do jogo contra o Olympiakos)

Que nos conquista

E leva à palma (contra o Olympiakos a única coisa que levaram foi 5 selos)

A luz intensa

Do Sol que lá no céu

Risonho vem beijar (então foi por isso que o Quim não viu as bolas entrar na baliza no jogo contra o Olympiakos, foi a luz que lhe cegou as vistas)

Com orgulho muito seu

As camisolas berrantes

Que nos campos a vibrar

São papoilas saltitantes (lá papoilas pareciam eles contra o Olympiakos, mas não acho que isso seja muito bom...)

 

Escrito por: João Cacelas às 16:29
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Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008

Mais uma banda de sucesso com garantia TVI

Depois dos sucessos dos DZR'T, dos 4Taste e das JustGirls eis que surge mais uma banda que promete ser um mega-sucesso, com o selo de garantia e qualidade da grande TVI. São o Ramiro, o Zé Abílio, o Raimundo e o Albertino e juntos fazem os Samouco Pensão. O Hemiciclo esteve à conversa com eles:

- O Hemiciclo: Viva pessoal, então como é que começou esta aventura pela música?

- Samouco Pensão (Ramiro): Hello people aí de casa, hello mano do Hemiciclo, é pá, foi uma cena, tipo, muita marada! Tipo altamente, tás a ver? Já agora, eu sou o Ramiro e como sou o vocalista e também o mais bonito e sexy do grupo sou eu que falo contigo, tás a ver? Tipo, fazes as perguntas ao people, mas sou só eu que respondo.

- O Hemiciclo: Ok, mas e como começaram os Samouco Pensão? Foram descobertos nalgum bar? Já existiam como banda? 

- Samouco Pensão (Ramiro): É pá, tipo, foi uma cena, tipo, mesmo marada pá! Tão marada que nem sei se, tipo, possa contar, porque tipo é mesmo marado.

- O Hemiciclo: Pois está bem, mas contem lá então.

- Samouco Pensão (Ramiro): Estávamos a jogar à sueca, e tipo, apareceu-nos um mano tipo, engravatado e perguntou-nos se queríamos ganhar dinheiro, tipo, desconfiámos, porque tipo, pensámos que o mano era rabeta e que queria era que tipo, o pessoal lhe desse um jeitinho a troco de guito, tás a ver a cena? Mas o mano disse que apesar de até não ser má ideia o que ele queria mesmo era pessoal para uma banda de musica e a gente disse: "é pá, então tá bem, que isto de andar a gamar velhas e a gamar bombas de gasolina não dá guita nenhuma", e assim foi.

- O Hemiciclo: Mas e têm formação musical?

- Samouco Pensão (Zé Abílio): O quê? Mas é preciso isso? Tipo a nós só nos disseram que tínhamos que arranjar um look muita cool, falar assim desta maneira tipo, cool, dizer "tipo" algumas dez vezes por cada frase e tipo, e fazer uns gestos tipo, cool e sexy, tás a ver? Ninguém me falou em saber música, porque tipo, eles fazem isso num computador.

- Samouco Pensão (Ramiro): Tipo ó Zé, o que é que eu disse à bocado mano? Só eu é que falo, tipo tás a ver? Daqui a nada levas tipo um murro que ficas tipo inconsistente, que é aquela cena de quem fica tipo desmaiado...

- O Hemiciclo: Ramiro, será que queria dizer inconsciente?

- Samouco Pensão (Ramiro): Tipo, foi o que eu disse, tás a ver? Vê lá se também queres tipo levar um murro, olha que lá por falar tipo desta maneira, continuo a ser um home tipo do Samouco, tipo rijo e danado para a porrada, tipo...

- O Hemiciclo: Ok...mudando de assunto: muita gente diz que vocês não passam de uma cópia dos Tokio Hotel. O que têm a dizer em vossa defesa?

- Samouco Pensão (Ramiro): Tipo, eu acho que isso é tipo, inveja. O que eles queriam era tar aqui. Lá porque fomos todos tipo ao "Doutor, preciso de ajuda" para ficarmos tipo com as caras iguais às dos tipo, gajos do Tokio Hotel e que tenhamos os mesmos tipo, cortes de cabelo e roupas não quer dizer que os andemos a copiar. E lá porque as músicas são iguais, mas em português tipo, isso não quer dizer nada mano. Tipo, é só inveja mesmo, tipo inveja, tás a ver? Até porque tipo, a gente é muito melhor que tipo, os Tokio Hotel. A gente já encheu o pavilhão da Associação Recreativo-cultural do Samouco, coisa que tipo, os Tokio Hotel nunca fizeram. 

- O Hemiciclo: Esse concerto ficará para sempre nas vossas memórias...consideram que foi o vosso ponto alto na carreira, até ao momento?

- Samouco Pensão (Ramiro): Tipo ya, acho que sim, porque tipo, estávamos mesmo muita nervosos e tipo, estavam cerca de 10 pessoas na sala e tipo, a pressão sobre nós era muita, mas tipo acho que correu bem...

- O Hemiciclo: E como é a vossa relação com as fãs? Já deram muitos autógrafos?

- Samouco Pensão (Ramiro): Tipo, é uma relação boa, ainda ontem, tipo tive uma boa relação com duas fãs, tipo muita boas, no geral acho que sim, que tipo, temos boas relações com as fãs, menos o Raimundo que é rabeta.

- O Hemiciclo: Ramiro, você não acha que está a ser algo preconceituoso em relação aos homossexuais?

- Samouco Pensão (Ramiro): Tipo, eu nem sei o que isso é por isso, acho que tipo, que não posso ser tipo, uma cena que não sei o que é, por isso tipo, acho que não.

- O Hemiciclo: Ok, obrigado pela entrevista e muitas felicidades e sucesso para vossa carreira na musica.

E foi a entrevista possível com a nova banda emergente do panorama musical nacional, os Samouco Pensão.

Escrito por: João Cacelas às 13:07
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Terça-feira, 25 de Novembro de 2008

O que eles querem sei eu!

Durante 3 dias, a cidade de Lisboa fez um mega-simulacro de um sismo (também ele mega), para prevenir e treinar o INEM e essa malta toda para o caso de uma coisa dessas vir mesmo a acontecer.

Isso para mim, é tudo balelas, desculpas esfarrapadas. O que eles queriam mesmo era andar a brincar aos médicos durante 3 dias e andar ali sem fazer nenhum, usando a desculpa do simulacro. É que depois, se formos a ver, caso haja mesmo um sismo a sério, tenho quase a certeza que não vão ter capacidade de resposta nem preparação para o terramoto e que vai tudo ficar um caos do catano. Mas pronto, deixa-os lá brincar.

 

Escrito por: João Cacelas às 12:54
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Sexta-feira, 21 de Novembro de 2008

Entrevista com Carlos Queiroz (seleccionador nacional de futebol)

Após a goleada sofrida frente ao Brasil, por expressivos 6-2, a contestação à volta de Carlos Queiroz tem vindo a aumentar de tom, dia após dia. O Hemiciclo entrevistou o seleccionador nacional para compreender o que vai mal na Selecção Portuguesa.

- O Hemiciclo: Bom dia professor Queiroz, o que é que falhou frente ao Brasil?

- Carlos Queiroz: Muito sinceramente, continuo sem entender o porquê de tanta crítica ao nosso trabalho. Sim, é verdade que perdemos 6-2 frente ao Brasil, mas houve vários pontos positivos a retirar desta partida...

- O Hemiciclo: Quais professor?

- Carlos Queiroz: Olhe o golo do Brasil, aquele do Elano, por exemplo. Foi ou não foi um belo golo? Já é um ponto positivo. Também gostei muito da jogada para o terceiro golo do Brasil, futebol bonito, bem jogado, positivo...

- O Hemiciclo: Já que mencionou o futebol bonito...essa não foi uma das promessas aquando da sua chegada à Selecção? A de proporcionar futebol bonito aos adeptos?

- Carlos Queiroz: E vai-me dizer que não tenho conseguido? Desculpe mas se o jogo que o Brasil fez contra nós não foi bonito, então não sei o que seja futebol bonito...

- O Hemiciclo: Mas professor, os adeptos certamente desejariam ver futebol bonito, mas praticado em Portugal...

- Carlos Queiroz: Desculpe, mas não posso concordar consigo. Os nossos adeptos têm visto futebol muito bonito em Portugal, quer um exemplo? No jogo contra a Albânia: foi ou não foi bonito ver uma selecção de nível medíocre como a Albânia a jogar com apenas dez jogadores e ainda assim a conseguir fazer frente a Portugal, com algumas jogadas bem interessantes? Eu acho que foi bonito. Olhe a Dinamarca: que em 3 minutos deu a volta ao jogo em Alvalade, outro exemplo de futebol bonito.

- O Hemiciclo: Pois...

- Carlos Queiroz: E digo mais: porque é que acha que em todos os jogos da Selecção o Miguel Veloso aparece com um penteado novo? Isso não mencionam vocês! Nem o facto dos jogadores terem que usar maquilhagem nos jogos. Isto tudo é em nome da beleza do futebol! Eu já fiz mais pelo futebol bonito em Portugal nestes meses do que o Scolari nos 6 anos que cá esteve!

- O Hemiciclo: E por falar em Scolari, o que acha das comparações que a imprensa tem feito em relação ao seu trabalho na selecção com o de Scolari?

- Carlos Queiroz: Desculpe, mas sobre isso não falo. Não me fale de Scolari por favor.

- O Hemiciclo: Mas foi o professor quem mencionou o nome de Scolari...

- Carlos Queiroz: Não me lembro disso... e olhe que tenho uma óptima memória, é por causa de uns comprimidos que ando a tomar. Aquilo é uma maravilha.

- O Hemiciclo: Pois. Mas professor, afinal o que tem falhado na Selecção?

- Carlos Queiroz: O principal problema com que me tenho deparado tem sido a barreira da linguagem...

- O Hemiciclo: Fala de Pepe e Deco, os naturalizados?

- Carlos Queiroz: Não, não. Falo do Maniche, do Bosingwa, do Cristiano Ronaldo, do Danny e do Hugo Almeida. Você já os ouviu a falar alguma vez? E para lhes tentar explicar o que quero que façam? Gostava de saber como é que o raio do brasuca conseguia pá...

- O Hemiciclo: Mas no caso de Ronaldo...se bem me lembro, o professor já o treinou em Manchester...

- Carlos Queiroz: Mas em Manchester tinha a ajuda do ex-cunhado dele, que serve como intérprete do Cristiano no clube, daí ele jogar muito bem lá e aqui (na Selecção) não fazer nada de jeito.

- O Hemiciclo: Faz sentido...então e como é que o professor pensa em dar a volta à actual situação da Selecção?

- Carlos Queiroz: É como lhe digo: há que resolver este grande problema que temos, da barreira da liguagem...

- O Hemiciclo: E como está a pensar resolver isso?

- Carlos Queiroz: Já falei com os responsáveis da FPF e decidimos que o melhor a fazer é inscrever o Danny, o Hugo Almeida, o Ronaldo, o Bosingwa e o Maniche no programa Novas Oportunidades, para aprenderem português. O presidente Madaíl já falou com o Primeiro-Ministro, que achou boa ideia, já nos comunicou que quer fazer uma cerimónia para assinalar o facto, onde irá distribuir alguns Magalhães pelos jogadores da Selecção, aproveitando assim para mais uns momentos de publicidade gratuita aos pequenos computadores.

- O Hemiciclo: Bom, professor, muito obrigado pela entrevista e desejo-lhe a maior sorte do mundo com a Selecção e que consiga o apuramento para o Mundial.

- Carlos Queiroz: Ora essa, obrigado eu, e já agora... se me permite fazer-lhe um pedido... seria pedir muito se me desenhasse uma baliza com um guarda-redes? Era para tentar explicar ao Hugo Almeida que é para ali que ele tem que rematar a bola para marcar golo e não para a bancada como faz sempre. 

Escrito por: João Cacelas às 15:59
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Agora já entendo

porque é que a Selecção Nacional "de" Carlos Queiroz anda a assimilar derrota atrás de derrota.

Então não é que o "professor" tem direito a receber 4,4 milhões de Euros se a Federação Portuguesa de Futebol o demitir? 

Ah, Carlitos, seu espertalhão! Então isto de andarem a jogar "mal e porcamente" e perder com toda a gente é uma estratégia tua para ver se os gajos da FPF te despedem, para levares 4,4 milhões de Euros para casa! É bem pensado, sim senhor!

Escrito por: João Cacelas às 15:17
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Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008

Manuela Ferreira Leite, também conhecida como o Salazar do PSD

Depois de "não tenho nada contra os homossexuais, mas se quiserem casar não lhe chamem de casamento" e "as grandes obras públicas contribuem para a diminuição do desemprego na Ucrânia e em Moçambique" eis que Manuela Ferreira Leite surge com mais uma frase do catano: "não seria bom seis meses sem democracia?". Espectacular. Nem o próprio Salazar fazia melhor, se fosse vivo.

Nota: Tenho para mim que a próxima afirmação da líder laranja vai ser "isto o que fazia falta era um Salazar em cada esquina", seguida de um "no tempo do Salazar é que era bom".

Nota 2: E desconfio também que Manuela Ferreira Leite deve ter algures na sua casa um poster de António de Oliveira Salazar que só não está autografado porque o caruncho antecipou-se a Ferreira Leite e tratou de escavacar a cadeira ao senhor e o resto já se sabe...

Nota 3: E sei ainda que o grande fetiche de Ferreira Leite é vestir-se como Salazar. E tenho provas. "Onde João?" Onde diz "aqui". "Mas aqui onde?" Ali, onde diz "aqui". 

aqui )
Escrito por: João Cacelas às 16:29
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Terça-feira, 18 de Novembro de 2008

Entrevista exclusiva a um elemento de uma claque de futebol

Após a detenção de vários elementos dos No Name Boys (foram apreendidas armas, muita droga e alguns ursinhos de peluche), o tema "as claques de futebol são violentas?" tem estado na ordem do dia em tudo o que é imprensa.

O Hemiciclo, tentando sempre manter-se ao nível das grandes referências do jornalismo mundial (24 Horas, O Crime, O Diabo e o programa do Goucha quando lá vai o tipo dos crimes),conseguiu uma entrevista exclusiva e que promete ser bombástica: acompanhámos o dia-a-dia de um elemento de uma claque de futebol. Vamos ver:

- O Hemiciclo: Bom dia, então como começa o dia de um elemento de claque de futebol?

- Cajó: Olhe, antes de mais, desejo-lhe um muito bom dia e fico-lhe muito agradecido por ter tido a gentileza de se ter lembrado de mim para fazer esta entrevista, fico mesmo muito agradecido, mas em relação à questão que me colocou...normalmente o meu dia começa por volta das 6.30 da manhã, que é quando a minha mãezinha me vai acordar à caminha. 

- O Hemiciclo: Acorda bastante cedo...é para ir trabalhar? Ou é daquelas pessoas que antes de sair para o emprego gosta sempre de fazer um pouco de jogging?

- Cajó: Não, não, é mesmo é para ver o Pokemon, na SIC. É que aquilo começa às 8 e entre acordar, comer, tomar banhinho e escolher a roupa para vestir o tempo passa num instante. É mesmo para conseguir ver o Pokemon a horas.

- O Hemiciclo: Hmm, interessante...então e o que é que o Cajó faz na vida? Tem emprego? Mulher? Filhos?

-Cajó: Tenho um emprego como guarda nocturno, o que até me custou ao início porque tenho medo de escuro mas desde que passei a levar o Tom comigo que me sinto mais seguro...

- O Hemiciclo: Quem é o Tom? O seu cão?

- Cajó: Não, não. É o meu ursinho de peluche, tenho-o desde os meus 7 anos. É o meu melhor amigo e protector.

- O Hemiciclo: Um urso de peluche melhor amigo e protector?! Mas você é elemento de uma claque de futebol ou é um choné menino da mamã?!  

- Cajó: N-n-nnn-ããa-oo-oo, eu sou mesmo de uma claque...

-O Hemiciclo: Então porque raio é que só me fala do Pokemon, que tem medo do escuro, que tem um urso de peluche que o protege...eu estava à espera de outra coisa Cajó, de revelações bombásticas, coisas explosivas!!

- Cajó: Pois...mas é que essa coisa da violência é só para disfarçar...nós não praticamos a violência, nós repudiamos qualquer tipo de violência e badalhoquice em geral. E já agora, agradecia que me chamasse de Carlos Jorge, é que Cajó é muito "bruto" e eu não gosto. É que sou muito sensível.

- O Hemiciclo: Então mas e as tatuagens, o ar agressivo...para que é isso tudo?

- Cajó (agora Carlos Jorge): Olhe, as tatuagens são daquelas que se lavam. Das que saiem no Bollycao, que é só passar por água e desaparecem. 

- O Hemiciclo: Mas Carlos Jorge, desculpe interromper...mas afinal o que faz um tipo como você, todo certinho numa claque de futebol?

- Cajó (agora Carlos Jorge): Ah, mas somos todos assim! Eu explico-lhe: esta ideia das claques surgiu há uns anos bons...eu gostava muito de fazer coleccionismo de revistas de culinária, mas todos na escola me gozavam por causa disso, chamavam-me "maricas", "totó", "cromo" e outras coisas feias... cansado de ser gozado, resolvi juntar um grupo de malta que tal como eu, coleccionava revistas de culinária e resolvemos fundar um clube de coleccionismo de revistas de culinária.

- O Hemiciclo: E foi aí que surgiu a ideia das claques?

- Cajó (agora Carlos Jorge): Foi sim. Quer dizer, ao início eramos mesmo um clube de coleccionismo, a sede era no meu quarto e corria tudo bem, mas apesar de sermos muitos, continuavam a troçar de nós na mesma e foi aí que nos lembrámos de inventar uma coisa onde pudéssemos fazer de conta que éramos muito maus e víris. Onde podiamos trocar as revistas sem que ninguém desconfiasse ou fizesse troça de nós. É aí que surge o futebol e isto das claques.

- O Hemiciclo: E actualmente continua a coleccionar revistas de culinária?

- Cajó (agora Carlos Jorge): Não, não, que com 45 anos já tenho idade para ter juízo. Agora só faço colecção de cartas do Pokemon.

- O Hemiciclo: Então mas se é tudo a fingir, como explica os insultos que proferem uns aos outros durante os jogos?

- Cajó (agora Carlos Jorge): Isso não são insultos. Nós estamos é a falar em código, usando os insultos. É que assim todos pensam que somos muito maus e víris.

- O Hemiciclo: Muito bem pensado de facto. E como explica as agressões fisícas?

- Cajó (agora Carlos Jorge): Isso também é muito giro, pois embora as pessoas pensem que nós estamos de facto em confrontos físicos uns com os outros, o que se passa na verdade é que estamos a trocar cromos do Pokemon. As pessoas pensam que nos estamos a espancar uns aos outros, mas na verdade nada disso acontece. Continuam a pensar que somos víris e não gozam connosco. 

- O Hemiciclo: Também está muito bem pensado, sim senhor. Bom Carlos, fico-lhe muito agradecido pelo tempo concedido e pelas revelações fantásticas que nos deu nesta entrevista. Muito obrigado e tudo de bom para si.

- Cajó (agora Carlos Jorge): Ora essa, obrigado eu pela gentileza que o senhor teve ao lembrar-se de mim para esta entrevista e já que fala em revelações, se quiser ler o novo número da Sentinela eu tenho aqui na mala...e desejo do fundo do meu coração que o senhor tenha um óptimo dia e que Deus o guie e ilumine pelos caminhos infíndáveis e por vezes confusos desta grande estrada que é a vida...

E foi esta a entrevista com Cajó, perdão, Carlos Jorge. Não era bem o que esperávamos, mas revelações bombásticas não faltaram...e pelo que parece, as claques de futebol de violentas não têm nada.

 

Escrito por: João Cacelas às 12:23
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Segunda-feira, 17 de Novembro de 2008

O homem grávido dos EUA voltou a engravidar

Olá! Lembram-se daquele tipo americano que engravidou há cerca de um ano? Pois parece que o gajo está grávido outra vez.

Além de ser o único homem do Mundo que já deu à luz (e engravidou duas vezes), sinto-me em condições de poder afirmar que deve ser também o único exemplar da "espécie" masculina a quem a mítica "boca" do "ai achas que isso é dor?! Havias de ter um filho para ver o que é ter dores a sério!!" não se pode aplicar.

Nota: peço desculpa a todos os fãs das palavras "prenho" e "emprenhar" pela omissão das mesmas no texto acima escrito, por isso as coloco nesta nota, assim em jeito de homenagem a duas das palavras mais belas do mundo, apenas ultrapassadas por "piaçaba" e "escroto".

A todas as pessoas que dizem "emprenhar" em vez de "engravidar" deixo um grande bem-haja e um forte abraço.

Escrito por: João Cacelas às 13:58
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O que é que

os meus caros leitores acham se aqui o tipo que vos escreve, compilasse os melhores textos aqui do blog e os publicasse em livro, assim com mais uns textos inéditos à mistura e umas ilustrações bem catitas? Hein?

Seria óptimo, não acham? Tinham para ali papel para limpar o rabo que nunca mais acabava!

E quanto aos mais sensíveis, não se preocupem que eu mando pôr folha dupla.

Escrito por: João Cacelas às 13:36
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Quinta-feira, 13 de Novembro de 2008

Ministério da Educação: Afinal não é só incompetência...

Olá, não sei se vocês já deram uma vista de olhos pela capa do Jornal de Notícias de hoje mas eu já e garanto-vos que está um mimo, senão vejamos: 

Temos um "Consumo de droga está a aumentar" e logo, logo por baixo uma foto da Ministra da Educação, Maria Lurdes Rodrigues.

Isto meus amigos (apesar de não parecer), está tudo ligado, senão que outra explicação me dão sobre as medidas algo estranhas que o ME tem vindo a tomar em relação à educação em Portugal que não tenha a ver com o facto do pessoal que lá trabalha andar todo metido na droga? Hum? É que parecendo que não, ainda é muita gente que lá (ME) trabalha, logo é necessária muita droga, logo o consumo desta dispara que nem uma flecha.

E mais: no dia em que a Ministra foi a Fafe o Hemiciclo esteve lá e ouviu claramente alguns membros da comitiva do ME a dizer alto e bom som: "agora andam a atirar ovos...ainda se fossem limões e papelinhos de prata para fazermos a "sopa"...agora ovos...com isso não se faz nada."

Como diria Moita Flores: "basta juntar "a+b" para chegarmos às conclusões" e a mim, estas parecem-me bastante óbvias. 

P.S: E nem mencionei o facto da Ministra estar a levar os dedos ao nariz, assim como quem "aspira" qualquer coisinha e de ter como principal conselheiro um guaxinim roxo gigante, com três cabeças e que é transexual chamado Alberto (segundo conta uma fonte do ME próxima do Hemiciclo). Querem mais provas? Eu cá acho que não é necessário.

Escrito por: João Cacelas às 13:24
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Terça-feira, 11 de Novembro de 2008

Ser português (14)

é dar um arroto e pedir com licença no fim.

Para que serve esse "com licença" no fim meus amigos? Será como quem diz "com licença, deixem passar o arroto, que o malandro vai cheio de pressa"? Hum?

Escrito por: João Cacelas às 16:37
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Encontro de casais

-"Well...Obama, espero que não faças tanta asneira como eu fiz na Presidência."

- "Não, George, pior que tu é impossível...nem o Chalana era capaz  de fazer tanta asneira pá e viu-se bem o que ele fez no Benfica."

- "Mas ó Barack, passando a coisas mais interessantes: a tua mulher, a Michelle, até que é bem jeitosinha. Não queres trocar comigo?"

- "Estás maluco George? Já olhaste para a tua Laura com esse vestido castanho?! Parece um feijão frade pá!"

Escrito por: João Cacelas às 14:07
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Omar bin Laden

Omar bin Laden, filho do famoso Osama bin Laden, tem andado pelo mundo fora a pedir asilo político, que lhe tem sido constantemente negado por todos os países por onde já passou (Reino Unido, França, Espanha, etc,etc), hoje vai tentar a sorte na Nova Zelândia e tenho a ligeira impressão (não sei bem porquê) que o pedido lhe vai ser de novo negado, por isso, tenho uma sugestão a fazer ao Omar: Omar pá, e que tal vires para Portugal? Hum? O que me dizes rapaz? Está bem, sim senhor, compreendo que não queiras trocar o Afeganistão por um país terceiro mundista como é o nosso, mas ias ver que te adaptavas à nossa capital num instante, seria quase como se estivesses em casa, buracos há às carradas, com a vantagem de não serem provocados por bombas, vê lá tu que de vez em quando até há carros que são engolidos pela estrada! Também temos uma pessoa parecida com o teu pai, mas com mais barba, que se chama Odete Santos, penso que já deves ter ouvido falar, é aquela que diz que o Dalai Lama come criancinhas ao pequeno almoço e ainda por cima temos um sítio chamado Martim Moniz que está cheio de pessoal aí da tua zona! Até o presidente da Câmara de Lisboa é maluco por caril! Eu acho que te ias dar bem por cá, Omar. O que me dizes? Pensa nisso, ou então olha, muda mas é de apelido porque com esse que tens estás lixado pá. Tenho a impressão que as maquinetas só de ouvirem o nome bin Laden começam logo a apitar como se não houvesse amanhã. Muda para Vale e Azevedo ou Felgueiras, que com esses é que a Justiça não se mete, vais ver que resulta. Aquele abraço Omar.

Escrito por: João Cacelas às 09:37
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Segunda-feira, 10 de Novembro de 2008

Destruir depois de ler

Os irmãos Joel e Ethan Coen, depois do premiado "Este país não é para velhos", voltam com uma inquietante comédia. Digo inquietante porque tanto nos rouba umas gargalhadas como inesperadamente nos choca com cenas particularmente negras. As personagens são na maioria idiotas . O filme prende-nos ao ecrã e a maior gargalhada solta-se quando termina, pois não sabemos onde encaixar o filme de tão inquietante (comédia ou negro?).

Recomendo. Tem passado despercebido mas é talvez não 5 estrelas, mas vá 4.

 

Escrito por: Regina às 16:24
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Ser português (13)

é viver num país onde uma autarca corrupta pratica uma série de crimes graves, desde abuso de poder a "lavagem" de dinheiro e sai praticamente incólume da situação (com pena suspensa) e um tipo que assalte uma bomba de gasolina (e roube 100 ou 200 euros) em desespero de causa porque não tem dinheiro para comer leva logo com vários anos de prisão.

Escrito por: João Cacelas às 14:45
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