Terça-feira, 15 de Setembro de 2009

Falando com Jesus

Fomos falar com Jesus - o do Benfica, porque quem tem o exclusivo do Cristo para Portugal é a Alexandra Solnado - sobre o bom início de época que a equipa encarnada está a fazer e sobre outras coisinhas mais. Ora vamos lá a ver:
- O Hemiciclo: Bom dia, Jesus. Considera-se o Salvador deste Benfica?
- Jorge Jesus: Mau...se é para vocês me começarem-me a fazer esses torcicolos com o meu nome, é melhor a gente parar com isto aqui!
- H: Pronto...tudo bem, seja feita a Vossa vontade, o Senhor manda. Jesus, apesar de todas as críticas feitas aquando da sua contratação, de que não era o homem indicado para treinar o Benfica, pela sua forma de estar e de falar, pelos constantes erros de português que dá...mas tem conseguido calar esses detractores graças às grandes exibições do Benfica. Como se sente em relação a isso?
- JJ: A esses tractores, que me acusam de dar caneladas no português, só lhes digo uma coisa: eles que se experimentem andar com palavras caras para o Binya e para o Jorge Ribeiro a ver se eles percebem alguma coisa. Nem eu consegui explicar ao Binya que era para acertar na bola e não no jogador e era um "shôtor" da bola que o ia fazer, querem ver? Porque é que acha que eu os dispensei? Agora andam a ter explicações de português e só quando estiverem melhor é que se juntam à equipa.
- H: Acredita que vai conseguir manter a equipa a este ritmo? Ou esta fase não passa de um estado de graça?
- JJ: Vamos lá a ver: a gente não anda aqui para ter graça, a gente não somos os Gato Friorento nem os Extemporâneos, a gente trabalha de forma séria e medicada e só assim é que a gente consegue estes resultados.
- H: Acredita que iremos ver mais jogos como frente ao Vitória de Setúbal?
- JJ: Ó amigo, também não exageremos, eu sou Jesus mas não tenho esses poderes todos. Nem é pelos 8-1, é mais pelo Nuno Gomes ter marcado um golo. Isso foi uma situação paranormal, fora do comuna.
- H: Com esta onda de bons resultados é natural que o ambiente no balneário seja de alegria e euforia. Não teme que os jogadores incorram em excessos de confiança?
- JJ: O nosso balneário é impermeável e essas coisas todas ficam lá fora. As únicas coisas em excesso que cá temos é as coisas para o cabelo do Nuno Gomes e o livro "Marcar penalties para Totós" que eu ofereci ao Cardozo. E o Balboa, que também está em excesso mas a direcção já anda a tratar disso...
- H: Relativamente ao caso Balboa, acha que o Benfica está a proceder bem junto do jogador, ao obrigá-lo a treinar à parte do plantel?
- JJ: Isso são assuntos que são do forno interno do clube e que se têm que se resolver-se lá dentro, pelo que não lhe posso enfornecer mais coisas sobre isso por agora.
- H: Jorge Jesus, qual é que vai ser o seu próximo milagre? Pôr um ceguinho a ver?
- JJ: Lá estão vocês a me fazerem-me torcicolos com o meu nome! Eu sou Jesus mas não sou o Cristo, que foi incrustado na cruz. Mas se quer saber se vou meter o Luís Filipe a conseguir fazer um passe ou mesmo um encruzamento acertados, garanto-lhe que os meus poderes não chegam a tanto...
- H: Mas não me diga que não usou o truque de separar as águas com a defesa do Belenenses no golo do Saviola, hein, seu maroto? Vá, confesse lá. Só aqui entre nós, que ninguém nos ouve.
- JJ: Isso são tudo boates que correm por aí e eu não confino nem demito...
Escrito por: João Cacelas às 12:39
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Terça-feira, 11 de Agosto de 2009

À conversa com José Mourinho

Com a nova temporada de futebol à porta, o Hemiciclo foi conversar com uma das maiores figuras do mundo da bola, o treinador do Inter de Milão, José Mourinho aka "The Special One" aka "Il Speziale Uno" .
- O Hemiciclo: Olá José Mourinho, antes de mais deixe-me agradecer-lhe por ter a oportunidade de o entrevistar e é de facto um grande prazer estar aqui visto que sou um grande fã seu.
- José Mourinho: Olá, como eu o compreendo. Eu também sou um grande fã de mim próprio, aliás, é difícil não o ser e creio que de facto, o prazer é todo seu, tal como a honra de estar neste momento a partilhar o ar que respiro.
- H: Pois, mas passando ao que interessa...como é que o Mourinho vê o início de época da Liga Portuguesa? Acha que será este o ano do Benfica?
- JM: Antes de mais nada, quem diz o que interessa ou não, sou eu. Eu é que estou a fazer-lhe o favor de responder às suas perguntas, que são um bocado parvas e logo eu é que sei o que interessa ou não, mas como estou ligeiramente bem-disposto até lhe vou responder. Eu tenho visto a pré-temporada dos grandes na Zon e aproveito para dizer que eu poderia viver sem Zon, mas a Zon é que não poderia viver sem mim e é evidente que a sua pergunta é parva e não quero responder ao resto...
- H: Mas Mourinho...e o Benfica de Jesus?
- JM: Penso que só Jesus não basta para levar o Benfica a vencer a Liga, isso é tarefa para Deus e como sabe, de momento estou de corpo e alma no Inter e não estou disponível para treinar o Benfica...
- H: Outro grande acontecimento desta pré-temporada foi a apresentação do melhor do Mundo em Madrid. O que tem a dizer sobre isto?
- JM: Tenho-lhe a dizer que você está enganado e que é melhor consultar as suas fontes porque eu este Verão nem sequer fui a Madrid, fui de férias para Setúbal e por isso acho que essa questão é ridícula...
- H: Falo do melhor jogador do Mundo, não do melhor treinador e ser humano em geral...
- JM: Ah! Mas ainda assim, continuo sem entender...o Zlatan (Ibrahimovic) foi para Barcelona e não para Madrid, faça o favor de ter aulas de geografia porque não lhe admito um erro desses. Além disso, desde que deixou de ser treinado por mim, o Zlatan deixou de ser o melhor jogador do Mundo pois viu as suas capacidades diminuídas em 75% e agora não passa de um jogador banal. O melhor jogador do Mundo é o Samuel (Eto'o), agora que é treinado por mim.
H: Mas eu estava a falar era do Ronaldo, Mourinho...
JM: Mas o Ronaldo há muito que não joga no Real...ele agora está no Brasil, no Corinthians e já começo a ficar farto da sua incompetência...
H: Falo do nosso compatriota! Do Cristiano Ronaldo, que era CR7 e agora é CR9!
JM: Ah, esse...é que por "melhor jogador do Mundo" nunca mais lá chegava. Lembro-me que me fizeram algumas perguntas sobre esse, mas não me recordo dessa tal apresentação e nem sequer ouvi falar...e agora já estou farto da sua incompetência e perguntas parvas, pelo que é melhor ficarmos por aqui...
Escrito por: João Cacelas às 15:19
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Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009

Entrevista a José Mourinho

Numa altura em que a selecção nacional portuguesa atravessa um momento delicado e polémico, com a possível não qualificação para o Campeonato do Mundo de 2010, na África do Sul, o Hemiciclo foi falar com o treinador do Inter de Milão, José Mourinho para ouvir o que este acha do actual momento da equipa das quinas. Vamos ver:

- O Hemiciclo: Bom dia José Mourinho, antes de começarmos, deixe-me que lhe diga que é um prazer estar a entrevistá-lo hoje.

- José Mourinho: Bom dia, penso que o prazer é de facto, todo seu e permita-me dizer-lhe ainda que não é você que me está a entrevistar, mas sim que sou eu que lhe estou a dar as minhas respostas...

- O Hemiciclo: Mas e isso não é a mesma coisa?

- José Mourinho: Não, não é. Lá estão vocês, os da imprensa, sempre a deturpar o que eu digo. Já quando sai do Chelsea, disseram que eu fui despedido quando na verdade fui eu quem despediu o Chelsea e os 30 milhões de Euros que me deram quando saí de lá não foram uma indemnização, mas sim um agradecimento pelo magnífico trabalho que eu fiz com o Chelsea...

- O Hemiciclo: Passando ao que interessa: como é que o José Mourinho vê a situação da selecção portuguesa?

- José Mourinho: Ora, vejo com os olhos. Vocês jornalistas só fazem perguntas parvas.

Escrito por: João Cacelas às 12:25
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Sexta-feira, 21 de Novembro de 2008

Entrevista com Carlos Queiroz (seleccionador nacional de futebol)

Após a goleada sofrida frente ao Brasil, por expressivos 6-2, a contestação à volta de Carlos Queiroz tem vindo a aumentar de tom, dia após dia. O Hemiciclo entrevistou o seleccionador nacional para compreender o que vai mal na Selecção Portuguesa.

- O Hemiciclo: Bom dia professor Queiroz, o que é que falhou frente ao Brasil?

- Carlos Queiroz: Muito sinceramente, continuo sem entender o porquê de tanta crítica ao nosso trabalho. Sim, é verdade que perdemos 6-2 frente ao Brasil, mas houve vários pontos positivos a retirar desta partida...

- O Hemiciclo: Quais professor?

- Carlos Queiroz: Olhe o golo do Brasil, aquele do Elano, por exemplo. Foi ou não foi um belo golo? Já é um ponto positivo. Também gostei muito da jogada para o terceiro golo do Brasil, futebol bonito, bem jogado, positivo...

- O Hemiciclo: Já que mencionou o futebol bonito...essa não foi uma das promessas aquando da sua chegada à Selecção? A de proporcionar futebol bonito aos adeptos?

- Carlos Queiroz: E vai-me dizer que não tenho conseguido? Desculpe mas se o jogo que o Brasil fez contra nós não foi bonito, então não sei o que seja futebol bonito...

- O Hemiciclo: Mas professor, os adeptos certamente desejariam ver futebol bonito, mas praticado em Portugal...

- Carlos Queiroz: Desculpe, mas não posso concordar consigo. Os nossos adeptos têm visto futebol muito bonito em Portugal, quer um exemplo? No jogo contra a Albânia: foi ou não foi bonito ver uma selecção de nível medíocre como a Albânia a jogar com apenas dez jogadores e ainda assim a conseguir fazer frente a Portugal, com algumas jogadas bem interessantes? Eu acho que foi bonito. Olhe a Dinamarca: que em 3 minutos deu a volta ao jogo em Alvalade, outro exemplo de futebol bonito.

- O Hemiciclo: Pois...

- Carlos Queiroz: E digo mais: porque é que acha que em todos os jogos da Selecção o Miguel Veloso aparece com um penteado novo? Isso não mencionam vocês! Nem o facto dos jogadores terem que usar maquilhagem nos jogos. Isto tudo é em nome da beleza do futebol! Eu já fiz mais pelo futebol bonito em Portugal nestes meses do que o Scolari nos 6 anos que cá esteve!

- O Hemiciclo: E por falar em Scolari, o que acha das comparações que a imprensa tem feito em relação ao seu trabalho na selecção com o de Scolari?

- Carlos Queiroz: Desculpe, mas sobre isso não falo. Não me fale de Scolari por favor.

- O Hemiciclo: Mas foi o professor quem mencionou o nome de Scolari...

- Carlos Queiroz: Não me lembro disso... e olhe que tenho uma óptima memória, é por causa de uns comprimidos que ando a tomar. Aquilo é uma maravilha.

- O Hemiciclo: Pois. Mas professor, afinal o que tem falhado na Selecção?

- Carlos Queiroz: O principal problema com que me tenho deparado tem sido a barreira da linguagem...

- O Hemiciclo: Fala de Pepe e Deco, os naturalizados?

- Carlos Queiroz: Não, não. Falo do Maniche, do Bosingwa, do Cristiano Ronaldo, do Danny e do Hugo Almeida. Você já os ouviu a falar alguma vez? E para lhes tentar explicar o que quero que façam? Gostava de saber como é que o raio do brasuca conseguia pá...

- O Hemiciclo: Mas no caso de Ronaldo...se bem me lembro, o professor já o treinou em Manchester...

- Carlos Queiroz: Mas em Manchester tinha a ajuda do ex-cunhado dele, que serve como intérprete do Cristiano no clube, daí ele jogar muito bem lá e aqui (na Selecção) não fazer nada de jeito.

- O Hemiciclo: Faz sentido...então e como é que o professor pensa em dar a volta à actual situação da Selecção?

- Carlos Queiroz: É como lhe digo: há que resolver este grande problema que temos, da barreira da liguagem...

- O Hemiciclo: E como está a pensar resolver isso?

- Carlos Queiroz: Já falei com os responsáveis da FPF e decidimos que o melhor a fazer é inscrever o Danny, o Hugo Almeida, o Ronaldo, o Bosingwa e o Maniche no programa Novas Oportunidades, para aprenderem português. O presidente Madaíl já falou com o Primeiro-Ministro, que achou boa ideia, já nos comunicou que quer fazer uma cerimónia para assinalar o facto, onde irá distribuir alguns Magalhães pelos jogadores da Selecção, aproveitando assim para mais uns momentos de publicidade gratuita aos pequenos computadores.

- O Hemiciclo: Bom, professor, muito obrigado pela entrevista e desejo-lhe a maior sorte do mundo com a Selecção e que consiga o apuramento para o Mundial.

- Carlos Queiroz: Ora essa, obrigado eu, e já agora... se me permite fazer-lhe um pedido... seria pedir muito se me desenhasse uma baliza com um guarda-redes? Era para tentar explicar ao Hugo Almeida que é para ali que ele tem que rematar a bola para marcar golo e não para a bancada como faz sempre. 

Escrito por: João Cacelas às 15:59
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Terça-feira, 18 de Novembro de 2008

Entrevista exclusiva a um elemento de uma claque de futebol

Após a detenção de vários elementos dos No Name Boys (foram apreendidas armas, muita droga e alguns ursinhos de peluche), o tema "as claques de futebol são violentas?" tem estado na ordem do dia em tudo o que é imprensa.

O Hemiciclo, tentando sempre manter-se ao nível das grandes referências do jornalismo mundial (24 Horas, O Crime, O Diabo e o programa do Goucha quando lá vai o tipo dos crimes),conseguiu uma entrevista exclusiva e que promete ser bombástica: acompanhámos o dia-a-dia de um elemento de uma claque de futebol. Vamos ver:

- O Hemiciclo: Bom dia, então como começa o dia de um elemento de claque de futebol?

- Cajó: Olhe, antes de mais, desejo-lhe um muito bom dia e fico-lhe muito agradecido por ter tido a gentileza de se ter lembrado de mim para fazer esta entrevista, fico mesmo muito agradecido, mas em relação à questão que me colocou...normalmente o meu dia começa por volta das 6.30 da manhã, que é quando a minha mãezinha me vai acordar à caminha. 

- O Hemiciclo: Acorda bastante cedo...é para ir trabalhar? Ou é daquelas pessoas que antes de sair para o emprego gosta sempre de fazer um pouco de jogging?

- Cajó: Não, não, é mesmo é para ver o Pokemon, na SIC. É que aquilo começa às 8 e entre acordar, comer, tomar banhinho e escolher a roupa para vestir o tempo passa num instante. É mesmo para conseguir ver o Pokemon a horas.

- O Hemiciclo: Hmm, interessante...então e o que é que o Cajó faz na vida? Tem emprego? Mulher? Filhos?

-Cajó: Tenho um emprego como guarda nocturno, o que até me custou ao início porque tenho medo de escuro mas desde que passei a levar o Tom comigo que me sinto mais seguro...

- O Hemiciclo: Quem é o Tom? O seu cão?

- Cajó: Não, não. É o meu ursinho de peluche, tenho-o desde os meus 7 anos. É o meu melhor amigo e protector.

- O Hemiciclo: Um urso de peluche melhor amigo e protector?! Mas você é elemento de uma claque de futebol ou é um choné menino da mamã?!  

- Cajó: N-n-nnn-ããa-oo-oo, eu sou mesmo de uma claque...

-O Hemiciclo: Então porque raio é que só me fala do Pokemon, que tem medo do escuro, que tem um urso de peluche que o protege...eu estava à espera de outra coisa Cajó, de revelações bombásticas, coisas explosivas!!

- Cajó: Pois...mas é que essa coisa da violência é só para disfarçar...nós não praticamos a violência, nós repudiamos qualquer tipo de violência e badalhoquice em geral. E já agora, agradecia que me chamasse de Carlos Jorge, é que Cajó é muito "bruto" e eu não gosto. É que sou muito sensível.

- O Hemiciclo: Então mas e as tatuagens, o ar agressivo...para que é isso tudo?

- Cajó (agora Carlos Jorge): Olhe, as tatuagens são daquelas que se lavam. Das que saiem no Bollycao, que é só passar por água e desaparecem. 

- O Hemiciclo: Mas Carlos Jorge, desculpe interromper...mas afinal o que faz um tipo como você, todo certinho numa claque de futebol?

- Cajó (agora Carlos Jorge): Ah, mas somos todos assim! Eu explico-lhe: esta ideia das claques surgiu há uns anos bons...eu gostava muito de fazer coleccionismo de revistas de culinária, mas todos na escola me gozavam por causa disso, chamavam-me "maricas", "totó", "cromo" e outras coisas feias... cansado de ser gozado, resolvi juntar um grupo de malta que tal como eu, coleccionava revistas de culinária e resolvemos fundar um clube de coleccionismo de revistas de culinária.

- O Hemiciclo: E foi aí que surgiu a ideia das claques?

- Cajó (agora Carlos Jorge): Foi sim. Quer dizer, ao início eramos mesmo um clube de coleccionismo, a sede era no meu quarto e corria tudo bem, mas apesar de sermos muitos, continuavam a troçar de nós na mesma e foi aí que nos lembrámos de inventar uma coisa onde pudéssemos fazer de conta que éramos muito maus e víris. Onde podiamos trocar as revistas sem que ninguém desconfiasse ou fizesse troça de nós. É aí que surge o futebol e isto das claques.

- O Hemiciclo: E actualmente continua a coleccionar revistas de culinária?

- Cajó (agora Carlos Jorge): Não, não, que com 45 anos já tenho idade para ter juízo. Agora só faço colecção de cartas do Pokemon.

- O Hemiciclo: Então mas se é tudo a fingir, como explica os insultos que proferem uns aos outros durante os jogos?

- Cajó (agora Carlos Jorge): Isso não são insultos. Nós estamos é a falar em código, usando os insultos. É que assim todos pensam que somos muito maus e víris.

- O Hemiciclo: Muito bem pensado de facto. E como explica as agressões fisícas?

- Cajó (agora Carlos Jorge): Isso também é muito giro, pois embora as pessoas pensem que nós estamos de facto em confrontos físicos uns com os outros, o que se passa na verdade é que estamos a trocar cromos do Pokemon. As pessoas pensam que nos estamos a espancar uns aos outros, mas na verdade nada disso acontece. Continuam a pensar que somos víris e não gozam connosco. 

- O Hemiciclo: Também está muito bem pensado, sim senhor. Bom Carlos, fico-lhe muito agradecido pelo tempo concedido e pelas revelações fantásticas que nos deu nesta entrevista. Muito obrigado e tudo de bom para si.

- Cajó (agora Carlos Jorge): Ora essa, obrigado eu pela gentileza que o senhor teve ao lembrar-se de mim para esta entrevista e já que fala em revelações, se quiser ler o novo número da Sentinela eu tenho aqui na mala...e desejo do fundo do meu coração que o senhor tenha um óptimo dia e que Deus o guie e ilumine pelos caminhos infíndáveis e por vezes confusos desta grande estrada que é a vida...

E foi esta a entrevista com Cajó, perdão, Carlos Jorge. Não era bem o que esperávamos, mas revelações bombásticas não faltaram...e pelo que parece, as claques de futebol de violentas não têm nada.

 

Escrito por: João Cacelas às 12:23
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Terça-feira, 6 de Maio de 2008

Nova raça perigosa

Para além do Cão de Fila Brasileiro, do Dogue Argentino, do Pit Bull Terrier, do Rottweiler, do Staffordshire Terrier Americano, do Staffordshire Bull Terrier e do Tosa Inu, acho que o governo deveria incluir na lista de raças potencialmente perigosas uma nova raça, provavelmente tão ou mais feroz que todas as anteriormente citadas juntas, falo-vos claro está, dos repórteres da TVI.
Ontem, visionei com alguma atenção uma reportagem feita por um jornalista do Canal 4, cujo nome infelizmente não me recordo e cheguei a temer pela integridade física dos entrevistados (cheguei inclusive a temer pela minha própria integridade e pela dos meus boxers), tal era a ferocidade e agressividade da criatura que os entrevistava. Parecia que queria comer os alvos (nos sentido literal) da sua entrevista.
Acho que esse repórter deveria fazer entrevistas açaimado, não vá o sacana do Demo, vulgo Diabo tecê-las. E toda a gente sabe o que o Diabo é capaz de fazer quando as tece.
Escrito por: João Cacelas às 14:34
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