Segunda-feira, 23 de Março de 2009

Uma dissertação acerca das novelas da TVI (escrita em 27 de Outubro de 2007)

Viva, como estão? Tudo bem? 

Bom, derivado à falta de tempo para escrever um post novo deixo-vos com um post já muito, muito velhinho, um dos primeiros que escrevi aqui no Hemiciclo (quando ainda nem se chamava Hemiciclo), com algumas alterações. Beijinhos e abraços e muitos palhaços.

Ora aí está ele:

Olá uma vez mais! Hoje vou escrever sobre coisas chatas e irritantes (e parvas). Mas que título fascinante (original!!)! Aposto que nunca viram um post com um título assim, altamente original e muito estúpido! Mas a parte da estupidez é sempre garantida!! Pois tenho um compromisso a manter para com as pessoas que lêem isto (quais pessoas? Perguntam vocês...pois que não sei...mas que as há, há). É assim tipo um selo de qualidade. Enquanto que as frutas dizem "Produto de Portugal", eu tenho um selo que diz "Parvoíce da boa...e de Portugal", pois toda a gente sabe que a parvoíce espanhola não presta para nada...e por falar em Espanha...não é em Espanha que há um grupo de Imprensa que é o dono da TVI? É não é? Pois era aí que queria chegar, não a Espanha, nem ao grupo (não gosto cá de molhadas) mas sim à TVI. Repararam na volta que fui dar para chegar à coisa chata e irritante (e parva) de hoje? Isto, meus caros...chama-se a arte de bem engonhar, e nisso eu sou um expert, aprendi a ver discursos do Fidel Castro, daqueles que duram meio dia...mas continuando na TVI, não vos quero maçar mais com a minha "costela Castrista"... os motivos que me levam a escrever sobre a TVI poderiam ser vários, desde o programa do Goucha, passando pelas roupas do Goucha, à voz da "grafonola" que apresenta o programa com o Goucha até ao Telejornal, à Manuela Moura Guedes, passando pela Júlia Pinheiro, enfim, a TVI, é uma mina de ouro para quem quiser escrever sobre coisas parvas mas eu vou escrever sobre as novelas. Não há nada mais parvo na TVI do que as suas novelas...se estivéssemos na época da Inquisição eu já estava a ser queimado vivo por esta hora, tal é a heresia que estou a dizer. E não é heresia pelo facto da TVI já ter sido o canal da Igreja (uma Igreja muito open mind no entanto, basta lembrar dos Verões, cheios de filmes eróticos a roçar o porno, é claro que devia ser para os padres mostrarem o que não se deve fazer, porque é pecado...), digo que é uma heresia porque as novelas da TVI são uma autêntica religião. São uma religião mas uma religião estúpida como o catano. Senão vejamos: 

Escrito por: João Cacelas às 10:40
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Terça-feira, 30 de Dezembro de 2008

Novelas da TVI: todas diferentes, mas sempre iguais

Então, esse Natal, foi jeitoso? A bem dizer...escusam de responder, é coisa que não me interessa muito e tal...

Já muito se escreveu sobre as novelas da TVI aqui no Hemiciclo (é procurarem nos tags, se faz favor), mas há sempre mais um bocadinho que falta.

Vejamos Flor do Mar, uma telenovela cuja história se passa na Madeira, mas onde não há um único personagem que tenha sotaque madeirense (um pormenorzito, dirão uns, parvoíce, digo eu), nesta novela há também uma personagem que se chama Valéria, interpretada pela actriz Maria D'Aires, que tinha feito de beirã na novela A Outra. Ora, quer a personagem de Valéria (que é madeirense), quer a personagem beirã falam exactamente da mesma forma e não me parece que nas Beiras se fale como na Madeira, mas pronto, é mais outro pormenor...e como cereja no topo do bolo temos Helena Laureano, que uma vez mais nos mostra todo o seu talento no que à arte de saber chorar diz respeito. Parece que sempre que é preciso alguém para chorar na TVI, chamam a Helena Laureano. Mais ou menos assim:

-"então pá e quem é que achas que chamamos para fazer da personagem sofrida que anda sempre a chorar?"

- "isso é simples! A Helena Laureano! A chorar não há melhor! Ela já anda a fazer algumas 4 novelas consecutivas em que anda sempre a chorar!"

E só para terminar, há que notar que em Flor do Mar (tal como nas restantes novelas da TVI), uma vez mais os grandes rivais da história são dois irmãos.

Depois temos a novela Olhos nos Olhos, onde uma vez mais volta a fórmula dos irmãos desavindos, desta vez com Paulo Pires a fazer o papel de dois gémeos que não se podem ver à frente um do outro.

E se Helena Laureano é especialista em chorar, São José Correia é especialista em mostrar mamocas, mostra-as em Olhos nos Olhos, no Equador, já as mostrou noutras novelas, enfim, é outro talento nato da TVI. Houvesse um Óscar para melhor actriz chorona e outro para melhor actriz exibicionista de mamocas e Helena Laureano e São José Correia seriam sérias candidatas à vitória. 

Já na novela Feitiço de Amor, temos a velhinha história da menina coitadinha (Rita Pereira), que anda numa busca incessante pelo seu príncipe encantado, uma coisa do género Anjo Selvagem, onde o príncipe era José Carlos Pereira, que curiosamente é o mesmo príncipe de Feitiço de Amor.

"E os vilões João? Não falas dos vilões?" É pá, já que insistem assim tanto, vamos lá a isso: todas as novelas têm os vilões e os bons, até aí nada de novo. "Mas e como é que se escolhe quem é vilão e quem é bonzinho João?" Muito simples, meus amigos: o actor que tenha feito de vilão na novela anterior, faz de bonzinho na próxima e vice-versa. Querem exemplos? Paulo Pires, que em Deixa-me Amar, fez de bonzinho, faz agora de vilão (a dobrar) em Olhos nos Olhos. Paula Lobo Antunes, que também fez de santinha em Deixa-me Amar é agora a grande vilã de Flor do Mar. Também temos Nuno Homem de Sá, que anteriormente foi vilão e agora é um homem bom, em Flor do Mar e estes são só uns exemplos...

 

Escrito por: João Cacelas às 16:25
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Quarta-feira, 2 de Abril de 2008

"Outra" vez??

A TVI não pára de me desiludir. Desta feita, conseguiram-no com mais uma novela nova. Daquelas à TVI. Do género "vira o disco e toca o mesmo". A especialidade lá do sítio.
Esta nova novela chama-se "A Outra", mas por mim, e creio falar por alguns portugueses que por qualquer razão (boa) não se deixaram ainda afectar pela pandemia novelesca da TVI, poder-se-ia perfeitamente intitular "Mais Outra".
Mais outra novela chata, cheia de intrigas, romance, suspense, invejas, etc... enfim, basicamente, como todas as novelas que passam em horário dito nobre no canal de Queluz.
Porque é que a TVI, em vez de fazer novelas ao ritmo a que o Dom Duarte faz filhos, não se preocupa em fazer coisas mais interessantes? Programas culturais... ah, pois, já têm um programa cultural, o DeLuxe... tenho a certeza que o "Jet-7" não o perde nem por nada.
Mas façam programas didácticos em que possam ensinar português aos espectadores, onde eles aprendam a dizer salsicha, salsichão e chourição.
Esta é uma causa muito discriminada quer ao nível da comunicação social, quer da parte do governo e mesmo por parte da população, que na sua grande maioria não consegue dizer salsicha, salsichão e chourição de forma correcta.
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Escrito por: João Cacelas às 10:29
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Quinta-feira, 25 de Outubro de 2007

Coisas chatas e irritantes (e parvas): Parte 2

Olá uma vez mais! Hoje vou escrever sobre coisas chatas e irritantes (e parvas). Mas que título fascinante (original!!)! Aposto que nunca viram um post com um título assim, altamente original e muito estúpido! Mas a parte da estupidez é sempre garantida!! Pois tenho um compromisso a manter para com as pessoas que lêem isto (quais pessoas? Perguntam vocês...pois que não sei...mas que as há, há). É assim tipo um selo de qualidade. Enquanto que as frutas dizem "Produto de Portugal", eu tenho um selo que diz "Parvoíce da boa...e de Portugal", pois toda a gente sabe que a parvoíce espanhola não presta para nada...e por falar em Espanha...não é em Espanha que há um grupo de Imprensa que é o dono da TVI? É não é? Pois era aí que queria chegar, não a Espanha, nem ao grupo (não gosto cá de molhadas), mas sim à TVI. Repararam na volta que fui dar para chegar à coisa chata e irritante (e parva) de hoje? Isto, meus caros...chama-se a arte de bem engonhar, e nisso eu sou um expert, aprendi a ver discursos do Fidel Castro, daqueles que duram meio dia...mas continuando na TVI, não vos quero maçar mais com a minha "costela Castrista"... os motivos que me levam a escrever sobre a TVI poderiam ser vários, desde o programa do Goucha, passando pelas roupas do Goucha, à voz da "grafonola" que apresenta o programa com o Goucha, até ao Telejornal, à Manuela Moura Guedes, passando pela Júlia Pinheiro, enfim, a TVI, é uma mina de ouro para quem quiser escrever sobre coisas parvas, mas eu vou escrever sobre as novelas. Não há nada mais parvo na TVI do que as suas novelas...se estivéssemos na época da Inquisição eu já estava a ser queimado vivo por esta hora, que heresia que estou a dizer!! E não é heresia pelo facto da TVI já ter sido o canal da Igreja (uma Igreja muito open mind, no entanto, basta lembrar dos Verões, cheios de filmes eróticos, a roçar o porno, é claro que devia ser para os padres mostrarem o que não se deve fazer, porque é pecado...), digo que é uma heresia, porque as novelas da TVI são uma autêntica religião. São uma religião, mas uma religião estúpida como o catano. Senão vejamos:
Em primeiro lugar, há que realçar a originalidade (ou falta dela) dos títulos das novelas, que são sempre retirados de títulos de canções... como é que é possível que ninguém tenha processado a TVI?! Não poderia haver nada pior para um cantor do que ter uma canção associada a uma novela da TVI!! Mas como eu não gosto só de dizer mal, aqui deixo sugestões aos senhores da TVI para futuras novelas: "A Minha Sogra é um Boi", dos Mata-Ratos, uma novela que se basearia num casal de bovinos e nos seus sogros, sendo que Alfredo, o boi, casado com Albertina e genro de Docelina e Gervásio, descobre que a sua sogra não é bem uma vaca, mas sim um boi, e que Albertina foi adoptada à nascença, num curral para os lados do Montijo, fugindo ao abate que se adivinhava iminente, não sabendo assim quem são os seus pais biológicos, isto se eles já não estiverem a servir de bife num talho qualquer... uma história emocionante, dramática, uma lição de vida, uma vaca que vê o mundo à sua volta ruir por completo quando descobre que os seus pais não são os seus pais biológicos e principalmente, quando descobre que a sua mãe, afinal é um boi, chama-se Albertino, e actua às quartas à noite no Trump's. Uma mentira que durou anos e anos e que agora foi descoberta...o que será que se esconde por trás de toda esta mentira?? Terá Albertina uma vaca gémea? Estarão os seus pais vivos? Porque razão a terão deixado sozinha neste mundo vil e cruel, que é o pasto na lezíria ribatejana. Não perca esta novela que será um êxito certo, "A Minha Sogra é um Boi". Boa novela, não acham? E não deixo mais nenhuma sugestão porque a malta da TVI não me paga, e não lhes posso dar as coisas de mão beijada...ideias geniais e grátis, só lhes dou esta, e já é um grande favor que lhes faço...se quiserem mais, entrem em contacto com os meus assistentes...
Outra coisa gira nas novelas da TVI são as histórias, que nunca mudam. O que muda são os títulos, os genéricos e os nomes das personagens. De resto, tudo igual. Os actores são sempre os mesmos, só mudam de papel de novela para novela, isto é, há um sistema de rotatividade, os que fizeram de maus, agora fazem de bonzinhos e vice-versa. Do género: "Olha lá pá! Na última novela fizeste de malandro não foi? Então nesta és um anjinho!" É assim que funciona a selecção de personagens e respectivos actores, simples. E os argumentos?! Sempre iguais!! Há a boazinha, que é mesmo boazinha, nunca sequer roubou um rebuçado, é uma autêntica mosca-morta, que sonha com um príncipe encantado, que lhe vai chegar um dia, de Famel-Zundapp (não, querias que fosse de cavalo branco!! Isso saia mais caro!) e que tem uma história de vida de fazer chorar as pedras da calçada...foi abandonada à nascença, tem uma gémea má, que lhe faz a vida negra, tem um amor não correspondido, e mora numa casa modesta, deixada pela avó, que morreu recentemente, atropelada de forma violenta por um camião de recolha de lixo, enquanto este fazia a recolha. De referir que as boazinhas são sempre loiras ou então de cabelos castanhos e têm sempre um ar angelical e inofensivo.
Já as más, são por norma morenas, com os cabelos pretos, ricas, de bem com a vida, têm tudo o que querem, têm os homens a seus pés, são lindas de morrer, têm um emprego espectacular, um grande descapotável na garagem, enfim, têm tudo!! E são sempre más como as cobras, do pior que pode haver, sem qualquer tipo de sentimentos. Agora pergunto: Mas será que só eu é que reparo que temos aqui uma certa inversão de papéis?! Ora, se as más têm tudo o que sempre quiseram, têm uma vida perfeita, e se as boazinhas é que têm uma vida que é um autêntico calvário, não faria mais sentido que fossem estas as más?! Hum?! Seriam más para terem a vida que as outras têm, as outras se já têm tudo o que querem, não têm motivo para serem ruins...não acham? Era mais fácil a coitadinha ser má para conseguir subir na vida do que a outra que já tem tudo o que quer, e que é feliz, mas enfim... depois, para além destas personagens, há o galã, que vai fazer com que a má e a boa se apaixonem por ele, disputando-o até ao fim da novela. Depois há o resto das personagens, mas no fundo estas três é que importam, o resto é paisagem...
Depois, as novelas são sempre iguais, começam bem e acabam sempre bem. Para saber a história de uma novela da TVI basta ver o primeiro episódio, um do meio e o último. Vão ver que não perderam nada e que ficaram  a par da história. Vejam lá se mudam as novelas, ó senhores que escrevem novelas para a TVI, eu tinha mais alguma coisa para escrever mas não me lembro o que era...ah! Já sei! E por favor, senhores das novelas, não nos massacrem mais com novelas com 500 episódios por favor! Para massacres já cá estou eu com estes posts parvos e longuíssimos, e já temos a Júlia Pinheiro no ar durante três horas diárias. Já nem falo no Goucha. Só isso chega para massacrar uma pessoa. Assim me despeço, senhores que escrevem novelas que são extremamente chatas e parvas, não só porque têm 500 episódios, mas também pelos títulos, e porque as histórias são sempre iguais, se precisarem de alguma dica, é só dizer.
Este post bate o recorde, é gigante, tal como uma novela da TVI, e por isso foi chato e aborrecido, mas foi de propósito! ;)  À novela da TVI....

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Escrito por: João Cacelas às 20:51
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Terça-feira, 23 de Outubro de 2007

Coisas chatas e irritantes (e parvas): Parte 1

Boa noite, boa tarde, bom dia, dependendo da hora a que lêem isto e do hemisfério também...e caso sejam amigos de outros planetas ou quiçá galáxias, dos anos-luz a que se encontrem da Terra. Sim, porque este blog é famoso em Marte, tenho inclusive recebido muitos "emels", das nativas marcianas, acerca do post sobre os forrobodós à distância...vejam-me lá estas malucas que querem praticar o sexo à distância de anos-luz...e pediram-me para dizer que se alguém estiver interessado, é irem à página de Hi5 delas, que passo a citar: Marte Ataca (lá para os lados da Mata de Monsanto, e aos feriados, no Parque Eduardo VII). Feito o comunicado, vou passar ao assunto que realmente interessa, não que seja interessante mas cá vai...
Vou aqui escrever sobre algumas coisas que acho mesmo chatas e que me irritam como o catano.
Começo por abrir as hostilidades, escrevendo sobre anúncios para detergentes e produtos de limpeza. De entre todo o vastíssimo leque de anúncios que nos invadem todos os dias,seja na televisão, na rádio ou na internet, ou noutro sítio qualquer, elego os anúncios a este tipo de produtos os mais parvos de todos. Não sei se já repararam, mas as casa das pessoas onde fazem os testes "reais" (sim, são tão reais como eu ser filho do Jardim Gonçalves. Psst! Ó Jardim! Não queres ser meu pai adoptivo? Hum? Eu porto-me bem, não sujo a casa e largo pouco pêlo...vá lá pá! Adopta-me!) estão sempre num caos. Todas sujas, cheias de gordura...ora, conhecendo eu algumas donas de casa portuguesas, daquelas tipo as que aparecem nos anúncios a estes produtos, é óbvio que se tivessem as suas casas nesse estado não as mostravam na televisão, ainda corriam era os gajos da tv à vassourada. Mas que os testes são reais e os testemunhos também, acho que ninguém acredita. E as pessoas que escolhem para os "testes"? Aquilo sim, são actrizes à séria, dignas de um musical na Broadway! A emoção, a ansiedade, a alegria que colocam em cada momento , como se fosse o último e nunca mais fossem desfrutar de momentos de alegria com o seu amado e querido detergente...os anúncios detergentes são como as novelas da TVI, são sempre iguais, nas novelas mudam os títulos e genéricos e elenco, nos detergentes apenas muda a marca e o tipo que tem cara de parvo e que fala dos detergentes de forma ainda mais parva, já para não falar na dobragem, que torna toda a situação ainda mais parva. Há uns que parecem estar a relatar um jogo de futebol. Abre-se a caixa de Xau e está tudo pronto na lavandaria! O detergente está a postos, a máquina também, a roupa já cá está, só falta o amaciador para a lavagem começar! Aí está ele! Tudo a postos, que comece o espectáculo! A máquina está a ser programada, aí vai o detergente, acabado de sair da caixa, avança em direcção à máquina, sem qualquer oposição pela frente, vai directo para a tampinha do detergente a toda a velocidade...e entrou! Entrou! Está lá dentro! Mas que grande lavagem, esta a que estamos a assistir! É claro que não é assim tão ridículo, mas é quase...Mas, voltando à analogia com as novelas, é verdade, reparem bem, há sempre um tipo, que é o vilão, que insiste em encher as senhoras de nódoas, enquanto estas ficam visivelmente magoadas por lhes terem sujado a roupa. Momento de tensão e muita emoção (isto é o que há mais nas novelas). Depois surge o momento da salvação, em que o mesmo parvo que as sujou, diz, como se fosse o Messias: "Eu tenho a solução!". Por esta altura há esperança no ar. E o que dizer dos finais dos anúncios? O suspense, o mistério para se descobrir qual é o detergente que se esconde por baixo daquela caixa...será Xau? Ariel? Skip? Isto é o equivalente a saber numa novela quem foi que assassinou o vilão...enfim, por estas e por outras é que acho os anúncios a detergentes a coisa mais parva que aparece na televisão, mas, vistas bem as coisas, era preferível em vez de darem as telenovelas da TVI, anúncios a detergentes, eram mais curtos, a história é parecida, o final é sempre igual, e há tanta ou mais emoção nos minutos de um anúncio a um detergente do que nos 500.000 episódios do Anjo Selvagem, essa grande novela que a TVI passou em tempos...olhem, como dizia a outra...Xau(não acredito! Ai este é meu!)!
Escrito por: João Cacelas às 13:11
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