Viva, como não me apetece escrever nada de momento (não é bem não apetecer não há é nada de novo que valha a pena escrever), deixo-vos com um post que foi escrito no dia 3 de Abril de 2008 e que continua muito actual e visto que muitos de vocês ainda não conheciam o estaminé, não devem ter lido este texto que já é tão antigo que ainda é do tempo em que o Hemiciclo ostentava o belo e lindo nome de Tudo o que queria saber sobre electrodomésticos, Freud, parvoíces e seus parente(se)s. Enjoy:
Conversa entre pai e filho
O tema da violência nas escolas tem sido nas últimas semanas, debatido até à náusea. Já cheira mal o raio do tema. Vamos debatê-lo mais um pouco? Até ficar com aquele inconfundível aroma a náusea fresquinha? Vamos? Ok.
Fala-se que os meninos têm problemas em casa, que os pais não lhes dão uma boa educação, que não lhes impõem limites, que isto e aquilo e mais o camandro e que depois descarregam a sua fúria na sala de aula, de preferência num dos olhos do professor, ou nas costelas. Mentira pura. Excepto, claro está na parte de partir costelas e esmurrar olhos, aí é bem verdade e ainda se podia incluir mais "miminhos" na lista.
O "Tudo o que queria saber sobre electrodomésticos, Freud, parvoíces e parente(se)s", tem na sua posse uma conversa entre um pai e um filho, que vai provar exactamente onde eu quero chegar. Um grande momento de jornalismo, só ao alcance dos mais prestigiados meios de informação internacionais, que para quem não sabe são o 24 Horas, O Diabo, O Crime, O Tal & Qual e o Telejornal da TVI. Então cá vai:
Filho: Paizinho, tenho andado aqui a pensar numa coisa...
Pai: Diz filhote, o que se passa nessa tua pequena e por vezes confusa cabeçita? Conta ao paizinho, que pode ser que te possa ajudar!
é viver num país onde um professor é brutalmente agredido por um pai de um aluno apenas porque este repreendeu o seu petiz.
"Lixo tóxico usado para construir escolas em Itália" in DN Online.
Então afinal o livro da Carolina Salgado sempre tem alguma utilidade...
Nota: Reparem que não fiz nenhum comentário malvado às fotos "intimas", que a meu ver mais me parecem "badalhocas" de Carolina Salgado e do seu namorado. Pensando bem...até faço dois pequenos comentários:
-1º: Parece-me a mim, através de uma longa análise às fotos em questão, que o namorado de Carolina Salgado deve ter algures na sua árvore genealógica, antepassados chineses...
-2º: Ó Carolina, podias ter tirado os anéis de não sei quantos mil euros que os teus filhos te deram para fazeres o "serviço" ao teu namorado pá. Agora andares para aí nesse chavascal a besuntar os diamantes todos...que badalhoquice pá.
O tema da violência nas escolas tem sido nas últimas semanas, debatido até à náusea. Já cheira mal o raio do tema. Vamos debatê-lo mais um pouco? Até ficar com aquele inconfundível aroma a náusea fresquinha? Vamos? Ok.
Fala-se que os meninos têm problemas em casa, que os pais não lhes dão uma boa educação, que não lhes impõem limites, que isto e aquilo e mais o camandro e que depois descarregam a sua fúria na sala de aula, de preferência num dos olhos do professor, ou nas costelas. Mentira pura. Excepto, claro está na parte de partir costelas e esmurrar olhos, aí é bem verdade e ainda se podia incluir mais "miminhos" na lista.
O "Tudo o que queria saber sobre electrodomésticos, Freud, parvoíces e parente(se)s", tem na sua posse uma conversa entre um pai e um filho, que vai provar exactamente onde eu quero chegar. Um grande momento de jornalismo, só ao alcance dos mais prestigiados meios de informação internacionais, que para quem não sabe são o 24 Horas, O Diabo, O Crime, O Tal & Qual e o Telejornal da TVI. Então cá vai:
Filho: Paizinho, tenho andado aqui a pensar numa coisa...
Pai: Diz filhote, o que se passa nessa tua pequena e por vezes confusa cabeçita? Conta ao paizinho, que pode ser que te possa ajudar!
Filho: Está bem pai. Sabes, eu estava a planear com uns amigos meus da escola, o Carlinhos e Miguel, aqueles que cá costumam vir a casa ver o Wrestling comigo, em agredir de forma muito gira a nossa professora de Estudo do Meio, mas como só somos três e temos todos só oito anos não sabemos muito bem o que fazer. Será que me podias ajudar?
Pai: Hummm... filho...sabes...isso de agredir uma professora...pois...como é que o pai te há-de dizer isto...É UMA IDEIA DO CATANO!!! Ah, puto!! Vê-se logo que és meu filho pá!! E já pensaram no que hão-de usar para bater no raio da velha?
Filho: Pois pai, eu estava a pensar em pedir o taco de basebol que tu tens na mala do carro, aquele que usas para dar porrada nas pessoas com quem te irritas no trânsito, e também a faca de mato, modelo "Rambo" que tens ao pé do taco, para quando eles começam a estrebuchar muito...
Pai: Claro que te empresto filho! Nem sabes o quão orgulhoso me deixas! Já não me sentia assim desde que fizeste xixi em pé pela primeira vez!!
Filho: E paizinho? Estás a ver também a pistola de calibre 9 mm que tens no porta-luvas para quando os tipos no trânsito te chateiam mesmo a sério e tu tens que lhes dar um balázio nos cornos, estás?
Pai: Sim, diz.
Filho: Podias-ma emprestar também?
Pai: Claro que sim, filhote. Mas primeiro o pai tem que te ensinar a disparar, está bem? Era uma irresponsabilidade da minha parte deixar-te levar a pistola para a escola para fuzilares a tua professora sem saberes disparar. Ainda podia acontecer algum acidente, como falhares o tiro, entendes filhote?
Filho: Claro paizinho, eu entendo.
Pai: Muito bem.
Filho: E podias-me ensinar o que eu devo fazer para que a professora fique mesmo aleijadinha?
Pai: Com todo o gosto! Então olha: primeiro, vocês os três põem-se de volta da velha, um de vocês dá-lhe com o taco de basebol nos joelhos, para lhe partirem as rótulas muito bem partidinhas, para que ela não possa fugir. Depois espetam-lhe uma facada aqui e ali, só para que a sacana saiba quem é que manda. E no fim, se ela estiver a relinchar muito, manda-lhe um tiro que é para a gaja se calar. Percebeste, campeão?
Filho: Sim pai! Percebi tudo! Boa!
Pai: Ah, se tiverem alguma dúvida ou se não forem capazes de fazer alguma coisa, ligas ao pai que eu vou lá ajudar-te, está bem filho?
Filho: Está pai! Obrigado!! És o melhor pai do mundo!!!
Uma conversa absolutamente ternurenta e muito cúmplice entre um pai e um filho. Fiquei estarrecido. E ainda há quem diga que os pais não acompanham os miúdos e nem os educam. Um pai que até vai ensinar o filho a disparar, que se dispõe a ajudá-lo no que for preciso... enfim, um pai muito extremoso.
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