Olá coisas fofas. Ontem à noite, após uma ida ao cinema, para ver mais um daqueles filmes sobre o apocalipse (o 2012, sobre o qual escreverei em breve) deparo-me com algo muito catita: ao passar por uma loja de roupa, vejo na montra as novas melhores amigas das mulheres: as calças pull-up ou anti-celulite (como apregoava o cartaz).
Como se não bastassem as pestanas falsas, as unhas falsas, a base que disfarça todo e qualquer defeito, o Wonderbra, as cintas que disfarçam a barriga, as extensões, agora surge esta pequena maravilha de ganga: calças que tornam todo o rabiosque redondinho e perfeitinho (enquanto estão vestidas, claro está).
Isto é batota, minhas meninas. E da grande. Já imaginaram o que é um indivíduo sair com uma jovem artilhada com todos estes gadgets? Pensa que lhe saiu a sorte grande e quando passam à "fase seguinte", só entre tirar unhas falsas, pestanas, cintas, soutiens push-up e calças pull-up demoram mais tempo do que os preliminares e o acto propriamente dito, tornando aquilo que deveria ser bom numa chatice e tanto.
Já para não falar no trauma que o rapaz pode apanhar, caso as luzes estejam acesas e deparar-se com a sua Cinderela a transformar-se no Shrek (ou na Valentina Torres, que é a mesma coisa) mesmo ali, à sua frente: as mamocas desenrolando-se como uma carpete, à medida que o "suti-mamas" maravilha vai saindo, a barriga a abater, qual iceberge a espetar-se nas águas geladas do Ártico e por fim, para completar o cenário apocalíptico, a derrocada do rabo, assim que são retiradas as calças mágicas e por aí diante.
E pior é se durante a "acção", as luzes estiveram apagadas e no dia seguinte, o jovem acorda e vê - espalhadas pela cama - unhas postiças, pestanas e a lingerie da moça e sinais dela, nada! E nisto (ainda sobre o efeito do álcool), o jovem pensa que está na Twilight Zone e que a moça com quem passou a noite terá sido abduzida por aliens, tendo sobrado apenas as suas pestanas e unhas.
E quando ela aparece, o jovem depara-se com uma rapariga completamente diferente, o que o poderá levar a pensar que o seu estado de alcoolémia era tanto que se terá enganado na rapariga com que era suposto ir para o "bem bom" e tenha deixado a top model especada no bar. Ou então que aquilo é para os Apanhados.
Além de todos estes inconvenientes há um ainda maior que é o de nos andarem a enganar, aparentando ser algo que não tem nada a ver com a realidade.Mas, pior que isso é estarem-se a enganar a vós próprias.
Vá, deixem-se lá de soutiens push-up, unhas e pestanas falsas, calças pull-up e mostrem-nos quem são na realidade, por dentro e por fora. É que nós, quando gostamos mesmo de alguém não precisamos cá de supermodels, apenas de muito amor e carinho, está bem?
Olá meus amigos, eu tentei. A sério que sim. Tentei tudo por tudo para esperar pelo fim do Barça-Chelsea e só então escrever este post, mas a verdade é que já não aguento ter que ouvir o Luís Freitas Lobo (comentador desportivo dono de um saco lexical que vai daqui até ao Japão) nem mais um minuto sem escrever estas linhas. E não se preocupem que não vou fazer troça da maneira peculiar que Freitas Lobo tem de falar, ou como ele diria, de fazer a abordagem ao vocábulo, através do processo da linguagem oral resultando assim numa série de conjuntos de sons, que bem organizados resultam naquilo a que se chamam de palavras, que por sua vez irão dar origem a frases, que caso tenham reciprocidade, transformar-se-ão em diálogos. Até porque já fiz isso há uns tempos. Foi aqui. Leiam que vale a pena. Se calhar não. Depende da perspectiva. Se estiverem de lado vale, agora de frente não é muito bonito de se ver. Já visto da Lua também é muito agradável.
O que me leva a escrever este post prende-se com o facto de eu estar para aqui a imaginar como será o grande Freitas Lobo na sua vida sexual. O que ele faz. E acima de tudo o que ele diz. E não, não estou a ser parvo, eu estava mesmo a pensar nisto, embora isso já seja ser parvo. E sim, eu disse que não ia fazer troça da sua forma de falar, mas e vocês ainda acreditam no Pai Natal? Mas, voltando ao que interessa: será que Freitas Lobo tem uma abordagem técnico-táctica equilibrada? Que faz transições suaves ou prefere o contra-ataque, apanhando a sua esposa desprevenida, será que funciona como uma tábua rotativa, que vai rodando por todos os sectores do terreno? Possuí um sistema dinâmico ou mais estático? E como serão os diálogos com a esposa ou namorada de Freitas Lobo? Eu cá acho que devem ser assim: "minha cara companheira, devo dizer que todos os espaços do seu corpo estão muito, mas muito bem preenchidos. A transição nádega-anca é perfeita e táctica e esteticamente irrepreensível, com uma tendência a fugir para o meio das costas. Ao nível do peito, quer a ala esquerda, quer a ala direita estão muito fortes e preenchem bem os espaços...os seus movimentos e transições defesa-ataque também estão muito fortes, especialmente ao nível da zona pélvica, onde demonstra ter uma grande cultura táctica. Em suma, é uma mulher e amante completa, de classe mundial." E é melhor ficar-me por aqui porque quero continuar a ter leitores aqui no Hemiciclo.
Desculpem lá este momento de estupidez e parvoíce absolutamente gratuitas e sem qualquer propósito.
Para terminar, e para que não digam que aqui não se fala de cultura e arte, recomendo vivamente a todos vós uma visita ao site oficial do Tony Carreira. Vão ver que vos vai ser bastante útil. A mim, já foi. Como estudante de Design Gráfico fiquei a saber como não se deve fazer um website e como não se deve fazer o lettering para esse mesmo website. Aquelas letras que mais parecem salpicos de sangue são um must. Passem por lá e vejam.
Se os argumentistas da minissérie "A Vida Privada de Salazar" alguma vez se lembrarem de fazer uma coisa do género com Adolf Hitler ainda vamos ficar a descobrir que o Adolfo fazia tricô, malha, que adorava judeus e que acima de tudo, era um garanhão do caraças (como o Salazar).
Pedro Marta Santos e António Costa Santos (argumentistas da série): não me lixem pá! Isso não foi minissérie nenhuma sobre Salazar, foi sim uma "mini-telenovela", em que o protagonista por acaso se chamava António de Oliveira Salazar (mas que também podia ser Raimundo ou Zé Alberto).
Nota: Se "A Vida Privada de Salazar" for, porventura, putativa candidata a algum dos Globos de Ouro da Sic será pura e simplesmente graças ao excelente desempenho das nádegas de Soraia Chaves que uma vez mais se exibiram a grande nível. Mais a esquerda que a direita, mas se houver justiça neste mundo, uma delas estará seguramente entre as candidatas a melhor actriz nos próximos Globos de Ouro, juntamente com o mamilo esquerdo de Cláudia Vieira (no filme Contrato) e com ambos os seios de Liliana Santos (em Second Life).
é ir ao cinema ver filmes portugueses e só apanhar com seios desnudos.
Não tenho nada contra seios desnudos, até acho que é uma temática muito interessante mas não exageremos. Neste momento, o cinema português parece um filme musical, só que nos musicais qualquer coisa serve de pretexto para cantar, já nos filmes portugueses qualquer coisa serve para se mostrar seios. É mais ou menos assim:
- Então Teresa, parece que hoje vai chover...
- Pois é Manuel...que pena...assim não posso andar com os meus seios desnudos como estou a fazer precisamente agora...
Ou ainda:
- Que linda que é esta paisagem!
- Pois é! Mas mais lindos são os meus seios desnudos...redondinhos e rijinhos...
Vejam lá isso, pá. É que agora também deu à Lili Caneças para ser actriz e eu não quero ir ao cinema e sujeitar-me a ver a Lili em topless. Não iria aguentar o trauma.
Nota: "Second Life", "Contrato", "A vida privada de Salazar"...o que é que têm em comum? Seios e mais seios ao léu.
é ter que tomar a dura decisão de, em dia de eleições, optar entre ir para a praia ou para o centro comercial durante todo o dia.
Nota: parecendo que não, é uma decisão dura de tomar. Por um lado: ver homens obesos extremamente peludos seminus e um ou outro seio de fora é bastante apelativo. Por outro: apreciar montras de lojas e mais lojas e homens obesos extremamente peludos, mas desta feita com fatos de treino da Reboque e da Naiki, também não fica nada atrás da 1ª hipótese, com o extra que tem muitos restaurantes de rodízio à escolha.
Seja como for, ir votar é que nem pensar. Lá não há nem Sol, nem moças com os seios desnudos, nem montras de lojas, quanto muito, há homens obesos extremamente peludos.
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